EBD – A Sutileza da banalização da graça

Pr. Sérgio Loureiro
Pr. Sérgio Loureiro
Sou o Pastor Sérgio Loureiro, Casado com Neusimar Loureiro, Pai de Lucas e Daniela Loureiro. Graduando em Administração e Graduando em Teologia. Congrego na Assembleia de Deus em Bela Vista - SG
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Prezados professores e alunos,

Paz do Senhor!

Precisamos compreender de maneira bíblica o conceito da graça de Deus. Dessa compreensão os crentes dependem para não banalizar um bem tão precioso. Estudaremos nesta lição, o propósito de analisar a graça de Deus no sentido bíblico, histórico e contemporâneo. Que cada aluno se conscientize de que a graça é um bem precioso de Deus para a nossa vida e, por isso, não pode ser banalizada.

“Porque pela graça sois salvos por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus.” (Ed 2.8)

Precisamos compreender que a graça de Deus não é barata. Ela requer arrependimento, novo comportamento, ou seja, Nova vida em Cristo.

INTRODUÇÃO

A doutrina da graça é o âmago do cristianismo bíblico. De acordo com o Dicionário Teológico Beacon, a graça é “o amor espontâneo de Deus, ainda que imerecido, para o homem pecaminoso, revelada supremamente na vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo”. Nesse aspecto, observamos que a graça é, em absoluto, um dom de Deus outorgado a humanidade. Não há nenhum mérito humano em recebê-la.

I – COMPREENDENDO A GRAÇA

1- A graça é divina.

O termo “graça” pode ser encontrado tanto no Antigo como no Novo Testamento. Sendo, contudo, mais comum na teologia neotestamentária, especialmente nas Cartas Paulinas. No Antigo Testamento, encontramos a palavra hebraica “hen” com o sentido de favor imerecido.

“Agora, se alcancei favor diante de ti, peço que me faças saber neste momento o teu caminho, para que eu te conheça e obtenha favor diante de ti; e lembra-te que esta nação é teu povo” (Êx 33.13, NAA).

Por outro lado, o termo grego para graça é “charis”, que ocorre 164 vezes no Novo Testamento, sendo 101 vezes nas Cartas de Paulo.

“Porque pela graça vocês são salvos, mediante a fé; e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2.8,9, NAA).

Assim convém aqui vermos os aspectos soteriológicos da doutrina da graça, isto é, como ela se revela no plano de Deus para salvar a humanidade.

2- A graça é imerecida.

O apóstolo Paulo afirma que por intermédio do homem entrou o pecado no mundo (Rm 5.12). Por conta da entrada do pecado no mundo, a condição da humanidade caída diante do pecado é de total impotência. O homem não pode fazer nada. É preciso a intervenção da graça de Deus para tirar a humanidade do domínio do pecado. Nesse aspecto, todos os homens e mulheres foram atingidos pelo pecado a tal ponto que, embora tenham sido feitos à imagem de Deus, não podem, por si mesmos, chegar a Deus.

Não há nada que o homem natural possua ou pratique que lhe faça merecida a graça de Deus.

Assim, observamos que o cerne da doutrina da graça está no fato de que mesmo a humanidade merecendo ser condenada, Deus por sua infinita graça a quer salvar. Em outras palavras, Deus poderia e pode ser contra o homem, mas, por causa de sua graça, Ele fica a seu favor. Isso é claramente mostrado de forma objetiva na encarnação de Jesus Cristo, o Filho de Deus.

Como afirmou Stephen Gunter, por meio de Cristo, o homem rebelde contra Deus experimenta o amor imerecido de Deus e inicia uma relação com Ele. Cristo, portanto, como afirmou o apóstolo Paulo, é a graça de Deus que se manifestou trazendo salvação a todos os homens (Tt 2.11). Gonçalves. José, Os Ataques Contra a Igreja de Cristo. As Sutilezas de Satanás neste Dias que Antecedem a Volta de Jesus Cristo. Editora CPAD. 1ª edição: 2022.

II – A GRAÇA NO CONTEXTO BÍBLICO

1- A necessidade da graça.

Analisamos o texto de Romanos 5.12-21 o pecado entrou no mundo por meio de Adão

Paulo muda o estilo de sua escrita, deixando de falar na primeira pessoa do plural do versículo 12 até o versículo 21. O texto, no entanto, está estreitamente interligado com o anterior. Para falar sobre a situação da humanidade diante de Deus, o apóstolo reporta à história da queda de Adão, descrevendo sua consequência para chegar até a solução apresentada em Cristo. Paulo já havia reportado às principais figuras do povo judaico para identificar este povo com Jesus. Agora, ele faz um link com a figura do pai da humanidade” para relacionar a humanidade como um todo com Deus. Nos versículos 11 e 12, ele não menciona o nome de Adão e, muito menos, o de Eva, mas, para ele, o culpado pela entrada do pecado no mundo foi Adão. Não adiantou Adão transferir a culpa para Eva, assim como tem sido uma prática comum dos seres humanos transferir suas culpas para alguém ou algum acontecimento, ao invés de assumir a responsabilidade pelos seus atos. Neste texto, Paulo não demonstra preocupação com a origem do mal, mas sim com a forma que o pecado entrou no mundo.

O pecado de Adão é explicitado no relato da queda (Gn 3), quando ele rejeitou seguir o caminho traçado por Deus para seguir seu próprio caminho. O resultado disso foi a perda de comunhão com Deus e a nova situação de condenação sob a ira de Deus. O ser humano não encontra força em si mesmo para resistir ao pecado. O exemplo de Adão simboliza a situação do ser humano sem Deus, a condição da humanidade desde a queda. Pohl (1999, p. 96) afirma que “a humanidade não é um aglomerado de indivíduos isolados, mas forma um corpo. Cada um de seus membros vive em ‘simbiose’, vive junto com os demais membros, para o benefício recíproco ou também para o prejuízo mútuo”. Adão, como a figura do primeiro ser humano, traz consigo a responsabilidade de transmitir para os descendentes as consequências pelos seus atos. Todavia, Paulo vai mencionar o ato pecaminoso de Adão somente a partir do v. 14.

A morte entrou no mundo por meio do pecado (v. 12)

Adão foi a porta de entrada do pecado no mundo, e o pecado, por sua vez, a porta de entrada para a morte. Neste texto, a interpretação para a morte se refere à morte espiritual, como punição pela desobediência humana, uma referência a Gn 2.17 e 3.19. A morte como algo antinatural, pois o pecado torna o ser humano mortal e condenável, mesmo que biologicamente vivo. Toda causa tem sua consequência. As pessoas, às vezes, confundem o perdão com não ser mais responsável por seus atos falhos. Uma pessoa que se rende a Cristo e deixa a vida de pecado, como já vimos em lições anteriores, é imediatamente justificada diante de Deus (declarada justa), mas ele continua responsável pelas consequências dos erros já cometidos. Por exemplo, vamos supor que esta pessoa tenha cometido um assassinato antes da conversão. Com o arrependimento e abandono da prática, Deus a perdoa, mas não assume a responsabilidade de livrá-lo de uma prisão. O que Deus garante é estar com ele na prisão. Todo pecado tem sua consequência. Por isso, Paulo recomenda em 1 Co 10.12 “Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe que não caia”.

O pecado traz consigo muito prejuízo, e o pior de todos é a morte espiritual. O crente deve ficar atento para não dar lugar ao pecado em sua vida. Deve também preservar o que de mais precioso tem na vida, a saber, a comunhão que o primeiro Adão tinha com Deus, antes de pecar.

A morte sobreveio para toda a humanidade porque todos pecaram (v. 12)

Paulo continua abordando a relação entre o pecado e a morte, agora com uma abrangência maior: todos os seres humanos, uma vez que todos pecaram (Rm 2.12; 3.23). Existe uma discussão teológica se todos pecaram em Adão, ou seja, o pecado de Adão foi transferido para toda a humanidade, ou se o pecado é de responsabilidade individual de cada ser humano. A situação espiritual da humanidade não é uma fatalidade compulsória. Da mesma forma que Adão pecou, todos os demais seres humanos também pecaram, sendo cada um responsável pela sua própria desobediência. A escravidão do pecado é nutrida pelo próprio desejo pecaminoso no interior do ser humano (Tg 1.13-16). A humanidade não responde pelo pecado de Adão, mas consiste em sua própria culpa.

A cultura influencia o comportamento das pessoas. O ser humano tem a tendência de julgar as pessoas que pertencem a outra cultura ou religião, ignorando que, se nascesse no país onde essa pessoa nasceu e fosse influenciado pela mesma cultura, provavelmente iria ter a mesma crença. Por exemplo, a maioria da população do Iraque professa a fé do islamismo. Enquanto que, quem nasce no Brasil, tem uma tendência a ser cristão. O cristão não pode demonizar as pessoas que pertencem a outras religiões, mas entender que todas as pessoas, indistintamente, precisam da solução que Deus proveu para o pecado da humanidade: Jesus.

Dessa forma, o ambiente formado após a queda também influenciou as pessoas que vieram após o primeiro Adão. No entanto, mais à frente da carta, o apóstolo vai esclarecer que aquele que está em Cristo recebe uma nova natureza que vem de cima e passa a receber influência do Espírito Santo. Todavia, o cristão deve estar atento para não perder a comunicação com Ele para não ser influenciado pelo mundo. O crente justificado está no meio do mundo, mas não pertence a ele, e sim ao Pai (Jo 17-9, 11, 14b, 16). Neves. Natalino das, Justiça e Graça: Um Estudo da Doutrina da Salvação na Carta aos Romanos. Editora CPAD: 1 Ed 2015

2- A extensão da graça.

Ao se tratar da doutrina da extensão da salvação, o pastor José Gonçalves fez com muita propriedade uma distinção entre universalidade e universalismo. A salvação é universal porque Deus no seu grande amor quer salvar todos os homens (Jo 3.16). Deus “deseja que todos sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1Tm 2.4, NAA).

Argumentando contra aqueles que veem uma expiação limitada nos textos do Evangelho de João 1.29; 3.16 e 1 Timóteo 2.4-6, David Allen destacou que essas passagens bíblicas não podem se ajustar a ideias préconcebidas trazidas para se juntar a esses textos.

Passagens como João 1.29, João 3.16 e 1Timóteo 2.4-6 simplesmente não podem ser acorrentadas às cadeias lexicais limitadas que restringem o significado de “mundo” e “todos” a algo menor que a humanidade. Este é um enorme erro linguístico. D.A. Carson apontou corretamente […] que mundo nas Escrituras nunca significa “os eleitos”. O contexto geralmente deixa claro se “todos” ou “mundo” significa “todos sem exceção” ou “todos sem distinção”. Estes três textos são claros, para não mencionar uma dúzia de outros textos do Novo Testamento.

Simplesmente não é exegeticamente possível interpretar “todos” e “mundo” nos três textos listados acima, e vários outros, de uma forma limitada.

Assim vemos que a expiação é ilimitada porque é extensiva a todos os homens. Isso evidentemente, não quer dizer que todos os homens serão salvos porque nem todos creram na mensagem do evangelho e nem tampouco responderão a ela. Por outro lado, o universalismo acredita que Deus, devido a sua bondade, salvará a todos independentemente de suas vontades e escolhas. (Gonçalves. José, Os Ataques Contra a Igreja de Cristo. As Sutilezas de Satanás neste Dias que Antecedem a Volta de Jesus Cristo. Editora CPAD. 1ª edição: 2022).

III – A GRAÇA NO CONTEXTO DA REFORMA

1- A corrupção da doutrina da graça.

O movimento reformador de Lutero não foi iniciado pela indignação justa e moral de um Savonarola ou um Erasmo dirigido contra superstições percebidas ou contra a corrupção do papado renascentista. O movimento de Lutero estava enraizado em sua própria ansiedade pessoal sobre a salvação: uma ansiedade que, se a resposta popular a ele serve de qualquer indicativo, foi disseminada por toda a Europa. Essa ansiedade foi um efeito da crise do fim do período medieval já esboçado, mas sua raiz residia na incerteza da salvação pregada na mensagem da Igreja.

[…]Lutero não conseguia acreditar que Deus era aplacado pelo esforço humano de dar o melhor de si para ser salvo. No fim da vida, o reformador refletiu sobre luta que travara com essa teologia do pacto, registrando: Embora vivesse de modo irrepreensível como monge, sentia que era pecador diante de Deus, com uma consciência extremamente atribulada […] Odiava o Deus justo que punia pecadores […] No entanto, bati, de modo importuno, na mesma porta que o apóstolo Paulo batera antes de mim, desejando ardentemente saber a mesma coisa que Paulo sabia (LW, 34, p. 336–7).

A “porta” era a passagem de Romanos 1:17:

“Porque no evangelho é revelada a justiça de Deus, uma justiça que do princípio ao fim é pela fé, como está escrito: O justo viverá pela fé.”

Até esse ponto, Lutero, como tantos outros contemporâneos, ouvira o evangelho como uma ameaça da ira justa de Deus, uma vez que a teologia e prática pastoral medievais o apresentavam como um padrão segundo o qual pecadores deveriam andar caso quisessem alcançar salvação. Agora, porém, Lutero percebia que não devia pensar na justiça de Deus no sentido ativo (de que precisamos nos tornar justos como Deus), porém no sentido passivo (de que Deus nos dá sua justiça). A boa nova, descobrira Lutero, é que a justificação não é o que o pecador alcança, mas o que ele recebe; não é o pecador que muda, mas sua situação diante de Deus. Em suma, o termo “justificado” quer dizer que Deus considera justo o pecador (LW, 34, p. 167).

Deus não quer nos redimir pela nossa justiça, mas de uma justiça e sabedoria externas: não por meio daquela que procede de nós e aumenta em nós, mas daquela que vem de fora; não daquela que se origina aqui na terra, mas daquela que vem do céu. Portanto, devemos aprender sobre uma justiça que não se origina em nós, que procede de outro lugar” (LW, 25, p. 136).

2- A Restauração da doutrina graça.

A Declaração de Fé das Assembleias de Deus diz sobre a graça de Deus.

Cremos que todos os homens e mulheres foram atingidos pelo pecado a tal ponto que, embora tenham sido feitos à imagem de Deus, não podem, por si mesmos, chegar a Deus. Não há nada que o homem natural possua ou pratique que lhe faça merecida a graça de Deus. A Bíblia ensina: “Não há ninguém que entenda; não há ninguém que busque a Deus” (Rm 3.11). A Bíblia qualifica essa condição espiritual como “mortos em pecado” (Cl 2.13) e “mortos em ofensas” (Ef 2.5). A ideia de morte, aqui, é de separação, e não de aniquilamento. Deus derrama sua graça, sem a qual o homem não pode entender as coisas espirituais, ou seja, foi Deus quem tomou a iniciativa na salvação, “do Senhor vem a salvação” (Jn 2.9), agindo em favor das pessoas.

Graça é um favor imerecido. É por meio da graça que Deus capacita o ser humano para que ele responda com fé ao chamado do evangelho: “Mas, se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça” (Rm 11.6). Todavia, os seres humanos, influenciados pela graça que habilita a livre escolha, são livres para escolher:

Se alguém quiser fazer a vontade dele, pela mesma doutrina, conhecerá se ela é de Deus ou se eu falo de mim mesmo” (Jo 7.17).

Deus proveu a salvação para todas as pessoas, mas essa salvação aplica-se somente àquelas que creem: “isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que creem” (Rm 3.22). Nesse sentido, não há conflito entre a soberania de Deus e a liberdade humana. (Soares. Esequias, Declaração de Fé das Assembleias de Deus. Editora CPAD).

IV – A GRAÇA NO CONTEXTO CONTEMPORANEO

1- A graça barateada.

Um dos exemplos mais conhecidos desse tipo de posição é o de Brennan Manning, incensado pelos emergentes. Ele declarou recentemente não ver nada demais em alguns cristãos serem homossexuais. Manning, que é americano e foi batizado como Richard Francis Xavier, é ex-frade franciscano, formado em Teologia e Filosofia, e autor de livros como O evangelho maltrapilho, A assinatura de Jesus, Convite à loucura, O impostor que vive em mim e O obstinado amor de Deus, todos já publicados no Brasil.

Ele é muito conhecido por defender um estilo de vida simples e abnegado como algo central para a vida cristã. Conforme diz sua própria apresentação, além de ter vivido em clausura e contemplação, chegou a habitar voluntariamente entre as populações carentes nos Estados Unidos e na Europa, foi ajudante de pedreiro na Espanha, carregou água para populações rurais, lavou pratos na França e deu apoio espiritual a presidiários na Suíça. Outro detalhe é que, em suas palestras, os temas de Manning sempre são invariavelmente amor e graça, porém a graça que ele apresenta assemelha-se, muitas vezes, ao que Dietrich Bonhoeffer, em seu livro Discipulado, chamou de “graça barata”.

Apesar de a Bíblia, como já foi dito séculos atrás, mostrar que Deus ama o pecador, mas abomina o pecado (Jo 3.16; lTs 4.1-8; lPe 1.13-16), o Deus de Manning, muitas vezes, parece ser diferente: ama o pecador, mas sem se importar com o pecado. E esse discurso é recepcionado prazerosamente pelos emergentes, que veem em Manning um dos exemplos máximos de espiritualidade em nossos dias.

O escritor Andy Comiskey, diretor do ministério Desert Stream nos Estados Unidos, que tanto evangeliza homossexuais como discípula e acompanha os que entre eles se convertem a Cristo, em artigo publicado no site Pastoral Care Ministries, intitulado “O perigo da graça sem a verdade” (http://leannepayne.com/articles/displayarticle.php?articleid=5), conta sua experiência com Manning.

Inicialmente, ele destaca que as mensagens de Manning, como já falamos, são sempre sobre o mesmo tema: amor. Por isso, a princípio, sentiu-se atraído pelas suas palestras e livros, mas logo ficou incomodado ao perceber que o amor que pregava Manning tem muito pouco a ver com o amor de Deus como ensina a Bíblia; pois não é o amor que, além de perdoar os nossos pecados, muda nosso comportamento e, nos momentos de fraqueza em nossa caminhada espiritual, não apenas nos abraça, mas também nos restaura. Ao contrário, é um amor que aceita a nossa perversidade sem se incomodar, que perdoa-nos sem se preocupar com nossa mudança de vida. Comiskey ficou preocupado com isso e, então, resolveu marcar um encontro com Manning para conversar sobre o assunto. (Daniel., Silas. A Sedução das Novas Teologias. Editora: CPAD).

2- O valor da graça.

Paulo escreveu sobre prostitutas e instruiu os coríntios para que fugissem da imoralidade sexual. Ele lembrou a eles que o corpo de cada um era um templo do Espírito Santo e depois acrescentou que os coríntios pertenciam a Cristo, porque foram comprados por um preço. Agora ele coloca as mesmas palavras, “Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus, no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.” 1Co 6.20, no contexto de Cristo libertar os escravos do pecado e da morte. Cristo libertou os coríntios do pecado e pagou por eles com o preço de seu sangue (ver 1Pe 1.18,19). Aqueles que foram comprados por Cristo devem ter plena segurança de sua salvação.

CONCLUSÃO

O advento da graça é a maior prova do amor de Deus pela humanidade. Ela é preciosa porque é uma iniciativa de Deus para salvar o homem pecador. Por isso, não podemos banalizá-la. Ela revela um alto preço que foi pago pelo nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo.

Em Cristo Jesus,

Sergio Loureiro, pr.

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