Laos comemora 46 anos da Proclamação da República

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No Laos, as igrejas são monitoradas pelas autoridades

No dia 2 de dezembro é comemorado o Dia da República Democrática Popular do Laos. O dia se tornou especial, pois houve a Proclamação da República após uma guerra civil, e o governo de Pathet Leo tomou o poder. No Laos, a maior parte da população é budista e as manifestações da fé cristã são monitoradas pelo governo comunista.

Até mesmo as igrejas registradas no país são monitoradas e, em áreas rurais, as igrejas domésticas são consideradas ilegais. A perseguição aos cristãos ex-budistas é ainda mais severa, e acontece por parte da família e autoridades. Isso pode envolver danos ao patrimônio, confisco de bens e emissão de multas.

Por ser um país budista, familiares, amigos e vizinhos exercem muita pressão sobre os cristãos, para que o evangelho deixe de ser propagado no país. Os homens cristãos podem ser negligenciados em empregos militares ou governamentais. Por várias vezes, o treinamento militar exige lealdade ao Partido Comunista, que impõe o ódio aos inimigos. Essa manifestação de repulsa inclui o cristianismo, já que ele é visto como uma religião indesejada, que vem do mundo ocidental.

A liderança da igreja no Laos tende a ser dominada por homens, um papel que os torna vulneráveis à perseguição. Eles podem enfrentar a prisão em condições severas e degradantes e cobrados uma multa enorme para garantir a libertação. A ausência de um líder também enfraquece as igrejas espiritualmente e desperta o medo.

Já as mulheres enfrentam o perigo de serem espancadas e assediadas sexualmente. Há o risco de isolamento social e casamento arranjado entre grupos tribais no Laos, sendo que esse último visa fazer com que as cristãs renunciem à fé. O Laos é o 22º país na Lista Mundial da Perseguição 2021.

Por Portas Abertas

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